Powered By Blogger
Mostrando postagens com marcador tragédia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tragédia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Tragédia Silenciosa ( II ). Aerus Varig. Retirado do site www.ocaoquefuma.com do amigo Jim Pereira.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Tragédia silenciosa (II)

A Tragédia Silenciosa vai fazer seis anos no dia 12 de abril de 2012. E até agora mais de 633 pessoas, ex-trabalhadores da VARIG, faleceram. Nosso terrivel drama não terá fim?
Paulo Resende
Niterói, 08 de abril de 2012
 
Domingo de Páscoa.
Páscoa é renascimento de nosso Senhor Jesus Cristo e também é uma data de renovação e para não dizer de renascimento para todos nós que aqui vivemos.
Este domingo de Páscoa foi comemorado no mundo todo e em milhões de lares mundo afora as pessoas se reuniram em torno da mesa para comemorar esta data tão importante.
O Renascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo é fato muito importante e todo ano Ele renasce entre nós outra vez depois de ser crucificado e morto.

Nós, ex-trabalhadores da VARIG, assim como milhões de pessoas comemoramos a Páscoa neste domingo 08 de abril de 2012. Infelizmente gostaríamos de ter comemorado a mesma coma nossa dignidade de volta. Coisa difícil de acontecer até o presente momento, pois desde o fatídico dia 12 de abril de 2006, os ex-trabalhadores da VARIG, não possuem mais dignidade e estão mergulhados em difíceis tempos que já ceifaram 633 pessoas (gente nossa) e levaram milhares de homens e mulheres e suas respectivas famílias à bancarrota.
Desde abril de 2006 nós tivemos nossas vidas viradas de cabeça para baixo e tudo isto porque quem deveria cuidar das nossas poupanças no Fundo de Pensão Aerus/Varig não o fez corretamente e deixou, ou melhor, permitiu que repactuações de dívidas fossem feitas entre a Varig e o Fundo de Pensão Aerus (21 repactuações de dívidas, no caso Varig). Esta incumbência foi da SPC - Secretaria de Previdência Complementar, hoje PREVIC. Ela não fiscalizou como deveria ter feito, mas soube muito bem intervir e liquidar de vez os Planos I e II da Varig no Fundo de Pensão AERUS, no dia 12 de abril de 2006. A SPC, hoje PREVIC, é um Órgão do Governo Federal para fiscalizar os Fundos de Pensão. A fiscalização da SPC, hoje Previc, foi péssima, ou pior, foi desastrosa, mas quem só pagou a conta desta péssima fiscalização foram os ex-trabalhadores da VARIG e suas respectivas famílias.
Rio de Janeiro, 20 de agosto de 2009
Todos já estão fartos de saber desta terrível história que se abateu sobre todos nós. As pessoas que poderiam ter nos ajudado, ou melhor, poderiam ter resolvido esta difícil questão deixam que a mesma se avolume a cada dia que passa.
Agora surge no horizonte (Audiência Pública em 13 de março de 2012 emBrasilia) ao que parece uma luz no fim do túnel. Será mesmo uma luz no fim do túnel desta terrivel Tragédia Silenciosa ou será mais um canto da sereia para enganar a nós todos? Eu estou com um pé à frente e outro atrás, mas quero estar errado neste meu pensamento.
Acreditar em pessoas que vão para frente de microfones deitar falação sobre o nosso terrível caso é, no meu entender, duvidoso, porque muitos já falaram sobre o nosso grave problema e nada ficou resolvido.
Mas como sempre nós, ex-trabalhadores da Varig, temos ainda um pouco de esperança para que tudo se resolva até o dia 26 de abril de 2012 (45 dias se completarão nesse dia 26 de abril de 2012 para que tudo esteja resolvido). Palavras que foram ditas nesta audiência pelo novo diretor da PREVIC. Podemos acreditar nele ou não? Difícil não é acreditar pois já acreditamos e confiamos em outras promessas que acabaram ficando só no terreno das promessas, e com isto cada dia que passa fica mais difícil para todos nós confiarmos em pessoas que dão sua palavra e depois a retiram sem dar a mínima explicação possível.
Vide o caso da Defasagem Tarifária devida para a Companhia Varig que está nas mãos de uma Ministra do STF mas a mesma continua a reestudar o caso e não sabemos se o reestudo do processo será um dia terminado por ela. Inclusive sua promessa que o Julgamento seria feito antes do final do ano de 2011 ficou no terreno das promessas. Pura promessa e somente promessa.
De repente, no meu entender a Ministra não está tão sensibilizada com a questão do AERUS VARIG assim como as autoridades brasileiras que estão no poder desde Janeiro de 2003 também não estão. Tanto que a atual presidente da República quando Ministra da Casa Civil, lá no início de 2010, recebeu um grupo de aposentados no Rio Grande do Sul que solicitaram à mesma uma solução para o difícil caso AERUS VARIG. Ela, na época, também ficou sensibilizada com a difícil questão mas nada fez de concreto até hoje. Eu escreví três cartas para a presidência da República e recebi somente como resposta que ela, presidente da república federativa do Brasil, agradecia a minha mensagem mas infelizmente dizia que o nosso problema estava nas mãos do judiciário.
Nas mãos do judiciário estamos há muito tempo e no STF já dura quase 4 anos.
Neste interim já faleceram, como disse acima, 633 pessoas, se não estou errado nos números. Me corrijam por gentileza.
Às vezes e muitas vezes me pergunto: Quantos mais precisarão falecer para que o nosso grave problema esteja definitivamente resolvido? Gostaria que esta pergunta fosse respondida pelos que poderiam resolver esta tão grave questão.
Bom, para terminar eu espero e todos nós esperamos que não sejamos novamente tratados como palhaços ou sejamos enganados novamente nesta terrível questão do AERUS VARIG. Espero e todos nós esperamos que até o prazo final dado pelo diretor atual da PREVIC (45 DIAS) tudo esteja resolvido, não só para os aposentados e pensionistas do Fundo de Pensão AERUS VARIG como também para os demitidos da VARIG que perderam suas poupanças neste Fundo de Pensão. Que a solução seja para todos indistintamente.
Que neste final de domingo de Páscoa possamos ter ainda um pouco de esperança para que nós, ex-trabalhadores da VARIG e respectivas famílias, possamos renascer e ter de volta a nossa dignidade e também as nossas vidas de volta. Vidas estas que foram levadas à bancarrota porquem deveria respeitar o trabalhador brasileiro, mas que infelizmente não o fizeram.
FELIZ PÁSCOA PARA TODOS OS EX-TRABALHADORES DA VARIG E SUAS RESPECTIVAS FAMÍLIAS.
QUE O NOSSO SENHOR JESUS CRISTO ESTEJA NO MEIO DE NÓS NOS PROTEGENDO E ABENÇOANDO.
E QUE ELE, EM SUA INFINITA BONDADE, POSSA NOS TIRAR DESTE TERRÍVEL PESADELO NOS IMPOSTO GOELA ABAIXO DESDE O FATÍDICO DIA 12 DE ABRIL DE 2006.

Atenciosamente,
Comissário de bordo aposentado da VARIG Paulo Resende, 08-04-2012

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Post do Leito: A herança maldita e a tragédia pessoal dos ex-funcionários da Varig. Revista Veja. Jornalista Ricardo Setti


11/04/2011
 às 15:47 \ Política & Cia

Post do leitor: A herança maldita e a tragédia pessoal dos ex-funcionários da Varig

Amigos, amanhã, dia 12, terça-feira, às 15 horas, um grande número de ex-funcionários da falecida Varig fará uma manifestação na Cinelândia, no Rio de Janeiro, para reivindicar direitos e marcar o 5º aniversário do que para eles foi uma tragédia: a intervenção do governo no fundo de previdência complementar Aerus.
Isso, na prática, significou o desastre financeiro para a esmagadora maioria funcionários que, em muitos casos por décadas, contribuíram para o fundo e hoje recebem migalhas (os que se aposentadoram) ou não têm perspectiva de receber nada (os que ainda não tinham se aposentado).
Na véspera do dia fatídico, funcionários se manifestaram em Brasília, estiveram com políticos e gente do governo — e nada se resolveu.
Aproveito então para publicar como Post do Leitor texto de José Carlos Bolognese, ex-comissário de bordo da Varig.
Com a colaboração dos ex-colegas José Paulo de Rezende e Wallace Rocha, ele relata as terríveis agruras por que passam os funcionários que contribuíram durante toda uma vida visando ter uma renda decente na aposentadoria, e de como desmandos vários, inclusive do governo, levaram à virtual quebra da Varig e do Aerus, lançando milhares de ex-variguianos na insegurança, na falta de recursos e no desespero.
“O mal é tanto mais perverso quanto indefesa é a vítima”
Sofre sempre mais quem não pode se defender, como velhos, crianças ou deficientes.
Para trabalhadores, o fantasma da velhice é o colapso da aposentadoria. Sendo a aposentadoria pública o que é – exceto quando o emprego também é público e para poucos – quem depende do INSS precisa complementar o que falta pagando do próprio bolso a um fundo de aposentadoria complementar, anos antes da parada final.
Quando se aposenta pelo INSS, o cidadão descobre que as contribuições ao instituto – suas e da empresa – estão numa relação de mais para menos. Pior ainda, sabe, mesmo sem poder provar, que parte do que recolhe, com seu patrão, vai para outras contas do governo. E este, com o respaldo de “especialistas”, que nunca terão de sobreviver de uma merreca do INSS, vende à sociedade o falso argumento do “déficit previdenciário”.
Os trabalhadores da Varig, Vasp e Transbrasil pensavam ter feito por onde evitar essa arapuca. Só esqueceram de combinar com os russos.
A aviação é o mais perigoso meio de transporte, ao contrário do que se acredita. O que garante a segurança do transporte aéreo é o respeito a suas rígidas normas operacionais, mínima tolerância na manutenção de aeronaves e outros equipamentos e, acima de tudo, profissionais de todas as áreas altamente treinados e reavaliados periodicamente. Na aviação não existe o “Não sei… Eu não vi…. Não fui eu”. Cada um responde por sua função.
Há exceções? Claro, e quem procura pelas maiores também encontra as grandes tragédias. O trabalhador de aviação, portanto, merece salário justo pela qualidade e segurança do produto que lhe é exigido, e que oferece ao público. Assim, tem direito a uma aposentadoria decente, que não fique à mercê da previdência pública, paga por muitos para proveito de poucos.
Criação do Aerus e perda de aportes no governo Collor
Essa é a razão da criação, em 1982, do Instituto Aerus de Seguridade Social. Quando foi constituído, o Aerus contava com três fontes de receita:
1) contribuições da Varig e outras empresas do setor (patrocinadoras);
2) contribuções dos empregados participantes;
3) 3% do valor das passagens domésticas comercializadas.  Essa contribuição deveria ocorrer durante 30 anos, ou seja, até o ano de 2012.
É importante assinalar que nunca se tratou simplesmente de os usuários bancarem a aposentadoria de aeronautas e aeroviários, mas sim de um aporte proveniente das tarifas cujos valores haviam sido estabelecidos anteriormente, e compensando obrigação semelhante por parte do Estado via a antiga Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários e Empregados em Serviços Públicos (CAPFESP).
Em 1991, porém, no “governo” Collor – apenas nove anos depois de começar o recolhimento desses 3% --, em ato unilateral e sem base técnica, por uma portaria do Departamento de Aviação Civil (DAC), antecessor da atual Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), as empresas foram desobrigadas de repassar esses 3% ao Aerus. Aqui, sim, as empresas receberam um presente do governo, via DAC, porque em período de congelamento de preços elas, deixando de repassar os 3%, conseguiram um considerável aumento de arrecadação à custa dos trabalhadores.
Congelamento de tarifas coloca empresas a nocaute
Começou aí uma série de desequilíbrios que ferem os planos de aposentadoria até hoje. É bom lembrar que DAC ou ANAC não têm jurisdição sobre previdência. Como era um dinheiro dos aposentados, há que questionar para onde foi ou ainda vai esse dinheiro dos 3%, que continua a ser cobrado do usuário (desde então embutido nos custos das passagens).
O outro grande vilão dos aposentados e ex-trabalhadores, que pôs a nocaute Varig, Vasp e Transbrasil – há muito reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal – foi a estúpida política de congelamento tarifário do “governo” Sarney, para uma atividade operada segundo normas do mercado internacional e que, por ser uma concessão pública, portanto inerente ao próprio Estado, não pode submeter o concessionário a conduzi-la sem a correta compensação de seus custos, como já bem definiu o mesmo Supremo ao julgar o caso Transbrasil.
O que se seguiu foi a lenta agonia da Varig, que no processo ainda repassava ao Aerus o que recolhia dos funcionários participantes, cessando porém, ilegalmente, de recolher a sua parte como patrocinadora.
Protestos de ex-funcionários da Varig em Brasília, em abril de 2006
Se de um lado o governo asfixiava a empresa via a estatal BR Distribuidora (combustíveis), as altíssimas taxas aeroportuárias e a não admissão de sua dívida para com a empresa, estimada em pelo menos 4 bilhões de reais e gerada pela defasagem tarifária durante os períodos de congelamentos de diferentes planos econômicos, entre 1985 e 1992, e reconhecida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), de outro autorizava a Varig, patrocinadora do Aerus, a fazer 21 contratos – 21 contratos!! — de repactuação de suas obrigações com os planos de aposentadoria de seus funcionários no Aerus.
Já era claro, àquela altura, que as partes – governo, Aerus e Varig – sabiam que tais contratos nunca seriam cumpridos. Como era ainda mais claro para quem não apitou nessas “negociações” – os participantes – que herdariam como até hoje, os prejuízos.
600 pilotos expatriatos. E teve gente que se suicidou
Então, em 12 de abril de 2006, fomos surpreendidos com a intervenção para liquidação dos planos I e II dos trabalhadores da Varig no Aerus. Para se ter uma ideia do impacto do desastre sobre os variguianos, entre essa data e agosto de 2010 estima-se que tenha aumentado em 30% a taxa de mortes entre os ex-funcionários em relação aos índices até então observados. Só entre os aposentados houve 425 falecimentos, alguns até por suicídio.
Quando se aplicou à Varig a nova Lei de Recuperação Judicial de Empresas (lei nº 11.101, de 9/2/2005), embora se trombeteasse que salvaria a companhia e os empregos, o que se fez foi expatriar cerca de 600 pilotos – mão de obra altamente qualificada, formada às custas do Brasil e oferecida de graça a empresas estrangeiras.
As empresas aéreas concorrentes, que lucraram com o fim da Varig, também não absorveram tantos comissários e pessoal de terra como se alardeava.  Os “sortudos” (nem 10%) que conseguiram voltar ao trabalho tiveram de aceitar salários bem mais baixos, tendo em muitos casos, de mudar para outras cidades.
Protesto: "Nós temos a solução! Lula, só depende de você"
Para quem pensa que o calote é só nos trabalhadores da Varig, que vá ficando esperto: Todo o faturamento gerado por uma Varig funcionando foi transferido, na maior parte, para empresas estrangeiras, segundo informou o então ministro do Turismo, Luiz Barretto, no Fórum PANROTAS ocorrido na Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) em 2010: “Só agora, após três anos, o País recuperou a falta da Varig no mercado internacional”, disse o ministro.” Ficamos sem 10 mil assentos em nosso mercado, que só agora conseguimos recuperar, com a participação de empresas aéreas internacionais”.
É curioso. Empresas aéreas internacionais recuperando nosso transporte aéreo…e levando nosso dinheiro. Enquanto se diz isso com a maior….candura, falar em devolver o dinheiro dos aposentados é…. assalto aos cofres públicos?
Para os aposentados do Aerus, sobrou a promessa de solução via um acordo (loteria pra nós) em que a União reconheceria finalmente sua responsabilidade na questão da defasagem tarifária com prioridade para o Aerus.
“Perda de patrimônio e da vontade de viver”
A triste realidade, ainda hoje, é esse brutal aumento de mortes e outras perdas irreparáveis. E os que sobrevivem, enquanto as reservas do Aerus não acabam de vez, tiveram redução de 92% — sim, de noventa e dois por cento! — em seus benefícios, havendo casos de pessoas recebendo pouco mais de 100 reais por mês após pagarem pesadas contribuições durante anos.
Perda de patrimônio, da vontade de viver, abandono de planos de saúde, dependência de parentes e amigos constituem a herança maldita legada em maior parte, por esse “governo de trabalhadores”.
Segundo o que vazou pelo Wikileaks, em dezembro de 2004 fonte do governo Lula declarou a justificativa de não socorrer a Varig: “Por que um governo liderado por um presidente do Partido dos Trabalhadores deveria subsidiar uma empresa mal administrada que atende a elite (o pobre não tem dinheiro para voar)?”
Se esse “governo” achava que a Varig era para elite, devia pensar o mesmo de seus funcionários, pois também os abandonou à própria sorte.
Você pode se inteirar mais dos problemas aqui citados nos blogsAcordo Já!O Cão que Fuma e Aviões Abatidos.

domingo, 10 de abril de 2011

O número de falecimentos foi atualizado. 570 Mortes em 5 anos. TRAGÉDIA AERUS VARIG

O número de falecimentos foi atualizado. 570 mortes em 5 anos.
TRABALHADOR DA VARIG É MASSACRADO PELO GOVERNO DO PT E A JUSTIÇA BRASILEIRA É LENTA EM JULGAR PROCESSOS QUE POSSAM RESOLVER ESTA GRAVE QUESTÃO AERUS VARIG.



Maria João Matos
10 de abril de 2011 10:00
SOBREVIVENTES DA VARIG/AERUS
COMPAREÇAM

Todos os Trabalhadores da Varig, seus familiares, amigos e simpatizantes estão convidados a participarem desta Manifestação de Protesto na Cinelândia a partir das 15 horas deste dia 12 de abril de 2011.
Espero ver todos vcs lá.
Nós os trabalhdores da ativa que não RECEBEMOS as indenizações trabalhistas , contribuimos com o AERUS ( Eu sócia fundadora), não recebemos nada e nem conseguimos nos aposentar, mas pagamos por anos!

Diga NÃO ao calote aos ex trabalhadores demitidos e aposentados VARIG/AERUS

Em 5 anos, 570 mortes, um verdadeiro massacre!

NÓS TRABALHADORES DA VARIG, APOSENTADOS, PENSIONISTAS E DEMITIDOS DA VARIG, TEMOS QUE BOTAR A BOCA NO TROMBONE.
QUANTO MAIS PESSOAS ESTIVEREM NESTA MANIFESTAÇÃO DE PROTESTO MUITO MELHOR

domingo, 11 de abril de 2010

A Tragédia AERUS VARIG. Coluna de Claudio Humberto. dia 11 de abril de 2010

COLUNA CLAUDIO HUMBERTO
11/04/2010 | 16:28
A tragédia Aerus Varig

12 de abril de 2010....4 anos da tragédia silenciosa que se abateu sobre os trabalhadores da Varig. A tragédia Aerus Varig. 12 de abril de 2006 foi o dia da Intervenção e Liquidação dos Planos I e II da Varig no Fundo de Pensão Aerus. Governo Federal do senhor Lula, SPC - Secretaria de Previdência Complementar - , Ex diretores e presidentes do Aerus com o apoio incondicional da Presidente do SNA, senhora sindicalista Graziella Baggio e de seus cupinchas ( Diretores do Sindicato ) já enterraram mais de 350 pessoas. Pessoas que não viram a solução para esta causa tão importante. Faleceram sem verem a Causa Aerus Varig resolvida em favor dos Trabalhadores da Varig. O STF - Supremo Tribunal Federal continua protelando uma solução para esta causa Aerus Varig. Infelizmente quem trabalha, engrandece e produz riquezas para o Brasil ( Os trabalhadores da Varig levaram o nome e a bandeira do Brasil aos quatros cantos do País e do Mundo ) tem como pago no final de suas vidas: "Somente descaso e muito sofrimento".

José Paulo de Resende
Niterói - RJ

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Retirado do Blog Anacronicus.blogspot.com. Sobre a tragédia das chuvas no Estado do Rio de Janeiro

133 mortos contados até agora.
Mais de 14 mil desabrigados.
Agora a pouco, cerca de 40 casas foram soterradas em Niterói.
Em apenas 48hs de chuva.
Números aterradores que trazem números da encenação cínica das autoridades responsáveis.
Cabral, como dissemos anteriormente, joga a culpa na demagogia.
Paz, se esconde em sua pequenez política e destrambelha a falar desconectado da realidade.
LuLLa, o rei da verborragia, se aproveita mais uma vez da desgraça alheia.
LuLLa liberou 0,6% do orçamento destinado à esse fim para a cidade do Rio de Janeiro.
A demagogia que Cabral vê, tapa-lhe os olhos para as verbas que, como governador, não requisitou.
O choro de Cabral no caso do royalties de um petróleo que não se sabe quando sairá do buraco em que se encontra, contrasta com o cinismo escandaloso frente às vítimas da tragédia carioca.
Os "desculpadores" de plantão jogam no limbo a geografia do Rio.
Números de artistas que protagonizam, neste momento triste, uma peça de inusitada dose da mais descarada encenação política.
O pobretão pendurado no barraco de caixas de maças, escorada por pernas de 3 apodrecidas, é o verdadeiro e exclusivo culpado pela tragédia que comove, principalmente, a todos nós que aqui vivemos.
133 cadáveres misturados ao lamaçal político em que se transformou a nossa cidade maravilhosa.
14 mil desabrigados cujos preciosos votos não podem ser perdidos.
A propaganda do PAC mentiroso do Alemão é repetida a intervalos cada vez mais curtos na TV.
As obras de papel, escamoteam as obras, cuja necessidade, estão estampadas nos números desta tragédia.
Estádios maravilhosos consomem bilhões de reais na festa megalômana de uma olimpíada.
Mas na maratona da vida, 133 pontos perdidos.
133 votos a menos para serem comprados.
Este é o resultado da subserviência de Cabral e Paes ao mais danoso presidente que este País já teve.
LuLLa deveria se envergonhar.
Cabral e Paz também.
Mas eles não farão isso.
A mãe do PAC foi à Minas prestar falsidades no túmulo de Tancredo.
O pai do monstrengo veio ao Rio fazer suas bravatas.
Cabral e Paz, se omitem.
Não vi Cabral em nenhum lugar atingido.
Não vi Paes com as botinhas sujas de lama.
Não vi LuLLa no meio dos bombeiros.
Esgoto não dá voto.
Lama não rende notícia.
O que eles ainda não perceberam é que a lama e o esgoto fétido de suas encenações, faz crescer em cada carioca, em cada vítima desta tragédia, um crescente sentimento de desprezo.
Por tudo o que eles acham que representam.
Por tudo o que eles querem que a gente pense.
Por tudo o que eles são.

anacronikus.blogspot.com