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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Retrato em Branco e Preto de um Aposentado do Aerus Varig. Senhor Germindo ( Seu Gegê ) em 03 de junho de 2010

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Deputado contra aposentados do AERUS VARIG. Coluna Bronca Geral de Claudio Humberto.Hoje dia 23 de novembro de 2010

23/11/2010 | 13:08

Deputado contra aposentados do Aerus Varig



Caro CH um deputado chamado Anibal Gomes, do PMDB-CE (só podia ser mesmo do partido da boquinha), acabou de vez com as esperanças de que um dia os aposentados e pensionistas, fora o pessoal demitido da Varig, recebam o que lhes é devido e de direito. Este senhor, se posso chamar o mesmo de senhor, fez a parte dele no jogo imposto por este governo que até hoje pouco se importou ou se importa com trabalhadores honestos e dignos. Este deputado terá o dia dele quando chegar a hora. Ele isto terá caro CH. Deus está de olho nesta gente que diz representar o Povo antes de se eleger, mas quando chega no Congresso vira a cara para o próprio Povo que o ajudou a se eleger. Pessoal do Ceará muito cuidado com este deputado chamado Anibal Gomes do PMDB -CE. Um traíra dos Aposentados do Aerus Varig e também um traíra dos Aposentados que possuem Previdência Privada. Todo o cuidado é pouco com este deputado.
José Paulo de Resende 
Niterói - RJ

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Banco Panamericano: Lula não sabia de nada.......Coluna Claudio Humberto dia 10 de novembro de 2010. Bronca Geral


Banco Panamericano: Lula não sabia de nada...



Lula diz que não conversou com Sylvio Santos. Lula não devia saber de nada como sempre, mas Sylvio Santos e seu grupo estão sendo ajudados com a pequena quantia de 2, 5 bilhões de reais para não deixar o Banco Panamericano ir para o brejo. Muy pequena quantia não acham? Afinal de contas para banqueiros ( Proer na gestão FHC ) e grandes empresários tudo e mais alguma coisa. Afinal de contas eles merecem não acham? Foi assim com FHC e não poderia ser diferente com Lula e sua turminha do PT. Para esta gente ( pobre coitados não acham? ) tudo e mais um pouco, agora para dar um aumento no salário mínimo a turminha do PT diz que é preciso discutir no Congresso. Nunca há dinheiro suficiente para o Povo trabalhador, mas para socorrer grandes empresários (Silvio Santos vem aí... e vc otário vai pagar ) há esta montanha de dinheiro.


José Paulo de Resende


Niterói - RJ






Banco Panamericano: Lula não sabia de nada... II


Mas vamos esclarecer e colocar os pingos nos Is. Lula realmente deveria saber o que estava acontecendo, mas ficou caladinho com mais uma falcatrua financeira que ia estourar há 5 semanas atrás para eleger sua pupila que a partir de Janeiro vai cuidar muito bem do Sylvio Santos e de outros empresários brasileiros e também dos banqueiros que há mais de 8 anos o PT prestigia e ajuda.


José Paulo de Resende


Niterói - RJ


10/11/2010
19:35

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

" O Duopólio e o partido único " ROBERTO DA MATTA. Jornal O Globo dia 10 de novembro de 2010

O GLOBO - 10/10







“ O DUOPÓLIO E O PARTIDO ÚNICO “


Estou de novo num aeroporto . Outro dia fui impedido de resgatar milhas , hoje estou numa espera sem justificativa . Impotente , faço como todo brocha : reflito ansioso sobre a situação . Não posso deixar de pensar na Varig e no duopólio > Pois até no monoteísmo , quando só há um Deus , ele é uma Santíssima Trindade e tem uma Virgem Maria Mãe . Tudo a ver com o momento político , já que todo monismo acaba em pluralismo . Finda a eleição que juntou , recomeça o sofrimento do cidadão frente aos velhos problemas que fragmentam . Mas há coerência . Pois , se a promessa é governar para os esfaimados , quem anda de avião é um faminto pagante , o que , convenhamos , não deixa de ser uma versão brilhante do socialismo à brasileira . Seguindo o axioma de Martha Suplicy relaxo e gozo quando em pleno vôo , e, tangido pela fome dos pobres de Deus , devoro barrinhas de cereal e nanosanduiches de fudele de peru com creme de barbear .


Num país onde somente agora , em pleno século 21 , se tenta excluir bandidos dos cargos eleitorais e que começa a ficar incomodado com o fato de os poderosos não terem que seguir a lei e a desconfiar que reclamar é um direito , e não falta de educação , admito que há progresso . Comporto-me , pois , como o anticidadão que sempre fui . Escrevo e, no silêncio que mata , entendo qual é o meu lugar!


No Brasil do antiliberalismo inventou “ partidos democráticos “ cujo objetivo era o de destruir as outras agremiações que , por sobrevivência ou malandragem , deveriam integrar o grande rio ideológico capaz não só de promover o progresso , mas de resolver ( eis a nossa concepção hierárquica de democracia liberal !) – e de resolver de uma vez por todas ! – os grandes problemas com magníficas reformas de base . Na reinvenção do liberalismo , toldamos a liberdade dos outros .


Um desses partidos está no poder . E , se o poder destrói os inimigos , ele cria a arrogância que desmascara os amigos . Com isso , aquele partido ideológico exemplar , que não roubava nem deixava roubar , tornou-se um vasto pântano e pariu um líder nacional personagem e tragicômico . Um grande guia que , com um excepcional populismo popular , subverteu a obsessão monista de sua agremiação , cujo alvo era defender os interesses dos pobres e famintos . No poder, a ilha vira continente . Tal como o Plano Real acabou com a inflação das múltiplas moedas , na esfera política dominante transformou o seu líder no princípio exclusivo do poder .


Não se diz tudo numa crônica . Mas pode-se apontar as transformações não previstas pelo monoteísmo petista . De cara , o enorme papel do cara . Depois o fracasso da ejaculação precoce do ex.capitão do time , o notório Zé Dirceu , ato que liquidou a liderança ideológica e simultaneamente promoveu , com o sucesso do Plano Real e das medidas macroeconômicas que eram a herança maldita do governo tucano , um dinamismo inusitado no consumo com suas contradições e polifonias . Surge então uma dualidade curiosa: os aliados de modernização , como o PSDB , passam a ser inimigos mortais ; e os velhos reacionários – os coronéis dos grotões – tornam-se amigos de coração .


Essas reviravoltas permitiram ao guia escolher e eleger um sucessor feminino virgem do PT e de disputa , onde , como dizia um dos aliados de Lula , expulso da presidência por corrupção , seria preciso ter “ aquilo roxo “ .


No campo do transporte aéreo sucedeu algo semelhante . Uma companhia que dominava e era símbolo nacional foi liquidada . O que era um , virou dois e agora há o orgulho de se viver num momento mágico no qual tudo cabe , inclusive a destruição de uma empresa que recebeu como um estertor o fundo de pensão dos seus trabalhadores logo usurpado pelo governo .


Com o fim do monopólio aéreo , ninguém mais sofre , exceto os passageiros sujeitos a duas empresas que podem escusar o respeito que o ardiloso capitalismo liberal exige de quem paga . Se sou contra isso ? Se escrevo por mágoa porque uma das maiores vilezas do governo Lula foi , além do mensalão , liquidar a Varig que com ela levou meu filho para o cemitério , a resposta direta é um claro , doloroso e sincero SIM !


No plano geral , vale chamar a atenção de como um projeto de poder à stalinista , acabou por promover mais capitalismo e liberalismo . Muito mais do que nos oito anos de FHC . pela mesma lógica , o partido da justiça social liquidou uma enorme empresa sem pensar nos seus trabalhadores . mas o sucesso da eleição de Dilma abala inesperadamente a tese do “ salvador carismático da pátria “ , pois a imagem da mãe está muito mais próxima do liberalismo que se abre a si mesmo , recriando-se diariamente , do que dos velhos autoritarismos que não suportam diferenças .


No plano pessoal , o da tal crônica clássica , porém leve e um tanto carnavalesca , que , dizem os entendidos , é um achado brasileiro , eu confesso que o duopólio aéreo simboliza a morte do meu filho mais velho .


Para ficar no que pode ser dito , ele traz de volta o sofrimento e o desejo humano de restituição , que só vai terminar quando eu morrer .


Não posso ter meu filho de volta , mas posso sublimar a experiência dolorosa de sua perda chamando a atenção para a enorme traição feita com a Varig . Falo com viés , tomo partido . E por que não se isso foi a única coisa que aprendi com o PT e com o Lula ?


Mas com uma diferença fundamental : a morte do meu filho não tem dois pesos e duas medidas , como tudo neste governo , que , felizmente , está indo embora .


Roberto Da Matta

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Lula, o Falastrão. Coluna de Claudio Humberto hoje dia 09 de novembro de 2010

Lula, o falastrão



"Minha popularidade é resultado do meu trabalho, de viajar, de conversar com o povo, de não ter medo de discutir qualquer assunto em qualquer momento". Grande popularidade para Lula e que diz que isto acontece por conversar com o povo e não ter medo de discutir qualquer assunto em qualquer momento. Só se for o Povo do Bolsa Família e a turma dos Petistas e Banqueiros. Ele, Lula, não discute o problema sério dos Aposentados brasileiros e muito menos com trabalhadores que ele e sua turma levaram a bancarrota. (Trabalhadores da Varig). Com este pessoal do Bolsa Família, os Petistas e os Banqueiros o Presidente Lula conversa muito bem e faz de tudo para eles. Para os aposentados brasileiros que vivem a mingua contando os seus míseros benefícios Lula não conversa e não dá a mínima. Quem antes de chegar ao poder dizia que o que faziam com os aposentados era um crime depois de 8 anos de mandato faz o mesmo e o crime antes criticado por ele, Lula, continuou mas intenso ainda. Lula o falastrão! Lula o senhor da verdade e que diz sempre que "nunca antes na história deste país" Deus tenha piedade de todos nós que não votamos em Dilma e no PT.


José Paulo de Resende


Niterói - RJ

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Íntegra do discurso de Serra. 02 de Setembro de 2010. Retirado do Blog de Reynaldo de Azevedo

02/09/2010 às 0:42
Íntegra do discurso de Serra: “Não preciso de marqueteiro que mude a minha cara, o meu pensamento, a minha trajetória de vida”
Fico feliz de estarmos todos reunidos neste momento tão crucial para a História do Brasil. Qualquer eleição é sempre uma aposta sobre o futuro, mas só se pode olhar para o futuro tendo o passado como referência.
Vejo nos olhos de cada um de vocês o reflexo da luta que travamos pela democracia, aqueles anos de sacrifício em que demos nossas melhores energias para que hoje todos os brasileiros pudessem ter sua voz ouvida.Vejo nos olhos de vocês os reflexos da luta que empreendemos para reconstruir o Brasil. Eu quero dizer que tenho muito orgulho do Brasil democrático que eu ajudei a construir. Eu me reconheço neste Brasil que se deseja cada vez mais livre e vibrante. Tenho certeza de que o mesmo orgulho bate no peito de cada um de vocês. E é essa caminhada comum que me inspira a enfrentar os imensos desafios colocados diante de nós.
Aliás, que futuro queremos para os nossos filhos e netos? Quando entramos numa luta dura, como esta agora, acho que é a primeira pergunta a se fazer. Eu disse em 10 de abril: “No país com que eu sonho, o melhor caminho para o sucesso e a prosperidade será a matrícula numa boa escola, e não a carteirinha de um partido político.”
Porque esta foi uma lição que eu aprendi com o meu pai. O sucesso deve vir como resultado do trabalho duro e do esforço. Não da esperteza, dos expedientes escusos, do favorecimento ou da delinqüência. E aqui nós chegamos a um ponto vital nesta discussão sobre a liberdade. Ela é essencial também porque todo ser humano precisa ser livre para buscar o progresso para si mesmo, para sua família, para sua comunidade.
Sem liberdade, a igualdade de oportunidades fica capenga. Eis porque, amigos, amigas, companheiros e companheiras, quando os tiranos, ou candidatos a tiranos, desejam subjugar uma sociedade aos seus propósitos, começam restringindo a liberdade. Minando a liberdade dos outros. Não apenas a de pensar, ou de falar, mas principalmente a de adotar posições sem a sombra do temor, sem o medo de comprometer o bem-estar e os sonhos, os próprios sonhos e os dos amigos e entes queridos.
Dia sim outro também, alguém deste governo fala em controlar a imprensa. O partido do governo sonha com o dia em que vai poder censurar a imprensa. A expressão, bonita, é “controle social”, como se a palavra “social” pudesse legitimar o conteúdo horroroso. Maquiar as más intenções. Em palavras diretas, querem estabelecer comitês partidários para decidir o que os jornais e as revistas poderão ou não publicar, as rádios, tevês e a internet poderão ou não veicular. Querem sufocar economicamente quem ousa discordar.
Não vamos nos enganar, não vamos maquiar a realidade. É isso que estamos enfrentando nesta eleição. Vamos lutar e vamos vencer.
A defesa da liberdade nos une nesta candidatura, nesta caminhada em condições extremamente desafiadoras, caminhada que vai nos levar ao Palácio do Planalto. Liberdade não apenas de consciência, mas liberdade de ação. Liberdade para empreender e trabalhar. Liberdade para a cidadania plena.
Os brasileiros e brasileiras precisam ser livres para não temer que o Estado, financiado com o dinheiro de todos nós, seja ocupado por uma máquina partidária que ameaça e persegue as pessoas, que viola nossos direitos fundamentais. Como ,por exemplo, o direito ao sigilo bancário e fiscal. As notícias estão aí, o segredo fiscal de pessoas que o governo identifica como adversárias foi quebrado por gente na Receita Federal evidentemente a serviço de uma operação político-partidária.
Quando se viola o sigilo bancário de um caseiro, viola-se a Constituição. Quando se viola o sigilo fiscal de representantes da oposição, viola-se a Constituição. Quando se viola o sigilo telefônico e de correspondência de adversários, viola-se a Constituição. Não perguntem jamais quem é Francenildo Pereira. Francenildo são vocês. Francenildo somos nós. Não passo a mão na cabeça de malfeitores. Exijo é que se respeitem os Francenildos e as Marias, os Josés e as Anas.
Sabem o que é o mais impressionante? O mais impressionante é que ninguém do governo, do partido do governo, ou da campanha da candidata do governo deu-se ao trabalho de fingir que acha grave, de simular indignação, de vir a público para dar alguma satisfação à sociedade. Dão de ombros, emitem notas protocolares, ameaçam até processar as vítimas. Indignação? Nem pensar! Como acham que podem tudo, acreditam que podem também violar as leis do país e seguir em frente assoviando.
Mas o Brasil é maior do que eles. Com muito trabalho, luta e fé, vamos derrotá-los. O Brasil, repito, não precisa de alguém que “tome conta” da gente, como se nós, brasileiros e brasileiras, fôssemos incapazes de construir nossos próprios caminhos. E é isso que nós vamos fazer.
Nosso projeto político está claro há muito tempo para o Brasil. Para nós, democracia, estado de direito e justiça social são coisas inseparáveis. Repudiamos quem usa o desejo profundo dos brasileiros por mais justiça social e menos desigualdade para negar às pessoas o direito fundamental de viver num país que seja realmente de todos. Mas todos mesmo, e não só dos amigos, sócios, cupinchas ou cúmplices.
Na economia, somos o país campeão dos altos impostos, campeão dos juros, campeão do atraso na infraestrutura. Você vê o horário eleitoral deles, você vê a propaganda do governo, paga com o dinheiro do povo, e parece que todos os problemas do Brasil foram resolvidos. Obras que não existem, que andam mais devagar que tartaruga, são divulgadas dia e noite como se já estivessem prontas. Eles seguem a receita repugnante, repudiada pela História, de que a mentira repetida mil vezes se transforma em verdade. Só que eles não sabem que a receita está errada. O povo não é bobo.
Claro que há avanços, pois este governo teve a felicidade de colher o que os outros plantaram. Talvez estejamos assistindo à mais escancarada exibição de falta de caráter de que se tem notícia na história da política brasileira. A ingratidão é um defeito de caráter, a ingratidão é a cicatriz que revela uma alma complicada. O que é o PT? Um partido que tenta destruir os que o antecederam no governo, enquanto governa sobre as bases construídas com muito esforço e suor por quem veio antes. Governa e estraga essas bases.
O Novo Brasil - que se depara com o futuro do pré-sal, de uma nova e pujante classe media, que vai sediar Copa do Mundo e a Olimpíada - ainda precisa enfrentar grandes problemas: metade dos adolescentes fora das escolas, a necessidade de uma completa reforma do sistema de saúde, organizar o combate ao crime e as drogas, a construção e recuperação da infraestrutura, o déficit habitacional que chega a milhões de moradias. Grandes problemas que precisam de uma economia forte para serem resolvidos.
Agora, no momento de escolher um novo Presidente, é hora de perguntar: “Quem tem mais condições de manter a estabilidade?” Nesse terreno, um passo em falso que seja pode trazer prejuízos irremediáveis para os brasileiros. Quem tem mais condições de brigar lá fora para defender a economia do Brasil? Quem tem mais condições de defender os ganhos da estabilidade que chegaram ao bolso dos brasileiros na forma de salário, crédito e benefícios? Somos nós! É de nós que o Brasil Novo precisa.
Aí alguém vai me dizer. “Poxa, Serra, tudo bem falar disso. Mas e das outras coisas? Será que este é o melhor discurso para a eleição?” Essa é mais uma diferença. O PT diz a cada momento o que é mais conveniente, tem uma conversa para cada platéia. Nós temos um só discurso, uma só personalidade, uma só cara.
Nós não nos escondemos, não somos bonecos de ventríloquo, não precisamos andar na garupa de ninguém. Nós, acima de tudo, não somos produto de uma fraude. Nenhum pedaço da minha biografia precisa ficar trancado no cofre na época da eleição. E, se o povo brasileiro me der a honra de governar este país, saberá quem está a governar. Nós não seremos reféns de um projeto continuísta nem do apetite enlouquecido de um partido por posições de poder, que é forma bonita de chamar as verbas orçamentárias e os cargos cujos salários são pagos com o dinheiro do povo. Nós não somos candidatos a donos do Brasil. Somos candidatos a servir ao Brasil e ao nosso povo.
No horário eleitoral, nas entrevistas, nas palestras, tenho deixado claro o que pretendo fazer em benefício do Brasil e dos brasileiros. Por isso, faço propostas de cara limpa, sendo quem sou. Porque o grande patrimônio que tenho e que submeto ao julgamento da população é, sim, a minha biografia; é, sim, o meu trabalho; é, sim, o meu compromisso com o bem-estar de todos; é, sim, o meu compromisso com a liberdade; é sim, a minha luta por justiça e igualdade. E isso ninguém vai me tirar. Em campanhas eleitorais, nossos adversários têm optado pelo caminho da sordidez; sabotadores da ordem democrática se movem nas sombras para manchar reputações, para manchar biografias. É inútil no meu caso. Desde os meus tempos de presidente da UNE, são quase 50 anos de vida pública. Cinqüenta anos de uma vida ficha limpa!
- Não tenho nada a esconder do meu passado;
- não preciso que reescrevam a minha vida excluindo passagens nada abonadoras;
- não preciso que tentem me vender, como se eu fosse um sabonete;
- Não preciso de marqueteiro que mude a minha cara, o meu pensamento, a minha trajetória de vida. Ninguém precisa dizer à população quem sou eu. Inventar coisas que não fiz e esconder coisas que fiz. É a minha vida pública que diz quem sou. Posso fazer cara feia às vezes. Mas é uma cara só. Não digo uma coisa hoje para desdizer amanhã. E ninguém me diz o que tenho de falar ou não. Respondo pelas minhas palavras e pelas minhas escolhas. Não fui inventado por ninguém! Foi a luta democrática que me fez. Foram as minhas escolhas de vida que me trouxeram até aqui.
Vocês não imaginam a tristeza que eu sinto quando vejo o governo do meu país transformado num porta-voz planetário de todo tipo de ditador, de facínora, de genocida ou candidato a genocida. Transformaram o Brasil num avalista dos negadores de que tenha existido um Holocausto contra os judeus na Segunda Guerra Mundial. Pensam que enganam alguém, mas ajudam a criar um ambiente favorável a que os novos fascistas do século 21 construam a bomba atômica.
Meus amigos, minhas amigas, meus companheiros, minhas companheiras. Obrigado a todos vocês, a todas vocês, por terem vindo aqui hoje. Obrigado por terem vindo ouvir o que eu penso sobre esta luta e sobre o futuro. Obrigado por terem me dado a oportunidade de falar sobre os meus valores, sobre as idéias que defendo para o meu Brasil.
Obrigado por estarem comigo nesta caminhada. Que é difícil, eu sei. Exige muita firmeza, mas, para nós, pode ser conduzida com suavidade, serenidade, tranqüilidade. Pois, nesta campanha, nós temos a felicidade de poder defender exatamente aquilo que pensamos.
Nossa caminhada é difícil, mas Deus só dá a missão a quem pode realizá-la. Por isso nossa caminhada é também suave, já que, nela, podemos ser nós mesmos, sem precisar mentir, esconder, conspirar.
Vamos em frente, pela democracia, pela justiça, pela liberdade, pela igualdade, em defesa do Brasil livre e democrático que nós ajudamos a construir e que vamos ajudar a fazer avançar muito mais.
Pois, de uma coisa, nosso Brasil pode ter certeza.
“Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil, Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada”Brasil!”
Por Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Drama dos pensionistas do Aeros e Aerus é levado ao Plenário por Álvaro Dias. Hoje dia 15 de julho de 2010




Drama dos pensionistas do Aeros e Aerus é levado ao Plenário por Alvaro Dias

O comandante Ausbert Simon trabalhou durante 40 anos na Varig. Foi um dos fundadores do fundo de pensão da empresa, o Aerus. Vítima de um câncer incurável, ele morreu convencido de que deixaria uma pensão, para a viúva criar os dois filhos do casal, de cerca de R$ 6 mil. A viúva Maura Brasília Feliciano Coratti Simon, que recebe menos de 10% desse valor, enviou email ao senador Alvaro Dias (PSDB-PR) contando seu drama familiar, que é o mesmo vivido por cerca de 18 mil participantes dos fundos de pensão Aeros (Vasp) e Aerus (Varig e Transbrasil).

- Nem em seus momentos de maior pessimismo o comandante Simon poderia imaginar que um dia, depois de sua morte, sob o governo de um presidente que se elegeu em nome dos trabalhadores, a pensão que ele deixara para a sua companheira iria ser reduzida de R$ 6 mil para míseros R$ 584,00. Angustiada, dona Maria me relata, desesperada, que ela e seus dois filhos estudantes aguardam para qualquer momento a chegada do oficial de justiça com a ordem de despejo para que desocupem o apartamento onde vivem e que ela acaba de perder - contou Alvaro Dias.

Segundo o senador pelo Paraná, a viúva do ex-comandante da Varig não possui outro rendimento além da pensão. Endividada, já com o nome inscrito no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), ela não tem como alugar outro imóvel para alojar a família. Para piorar a situação, dona Maria descobriu recentemente que é portadora de um câncer de mama. Outra situação dramática é a da família do também ex-comandante da mesma Varig, Antonio José Schittini Pinto, que morreu há poucos dias. A diferença é que ele faleceu consciente de que a pensão que deixaria é insuficiente para a manutenção da família.

Alvaro Dias narrou que o comandante Antonio há um ano vinha acompanhando angustiado o drama vivido por um de seus filhos, atingido por um acidente vascular cerebral. Depois de décadas trabalhando na Varig, de ter recolhido pesadas contribuições previdenciárias, ele sentia-se impotente por não poder oferecer melhores condições de tratamento ao filho, em virtude de não receber a aposentadoria a qual deveria ter direito. Parentes acreditam que a tristeza provocada por tal fato teria antecipado sua morte. Quem escreveu para o senador contando o drama foi a nora, Junia Bernardes.

- Ela finaliza seu relato com uma pergunta que transmito aos senadores, particularmente aos que integram a bancada governista, e também diretamente ao presidente da República. Quantos outros vão ter que morrer, cansados de esperar e de viver em situação humilhante, para que este governo se sensibilize com a dramática situação na qual deixou milhares de aeronautas e aeroviários? - indagou Alvaro Dias.

No entendimento do senador, ao intervir nos dois fundos de pensão o governo se tornou responsável por eles. Alvaro Dias comentou que foi o próprio governo que, através dessa intervenção, "arrebentou os cofres" do Aerus e do Aeros, comprometendo sua capacidade de financiar aposentadorias e pensões devidas aos trabalhadores aposentados do setor aeroviário.

Os proprietários da Varig, Vasp e Transbrasil, de acordo com Alvaro Dias, não foram abandonados pelo governo. Ele lembrou que existe até a suspeição sobre procedimentos administrativos adotados na venda da Varig. O próprio Senado ouviu depoimentos sobre um suposto tráfico de influência na transação envolvendo a companhia aérea. O senador lamentou que os pensionistas não mereceram o mesmo tratamento. Em aparte, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) solidarizou-se com as famílias dos ex-funcionários das três companhias aéreas.
Roberto Homem / Agência Senado

quarta-feira, 19 de maio de 2010

BRONCA GERAL. COLUNA DE CLAUDIO HUMBERTO hoje dia 19 de maio de 2010. " A LENTA AGONIA DOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA AERUS VARIG I e II




A lenta agonia dos aposentados da Aerus Varig II
A Oposição Brasileira também não está preocupada com estas milhares de pessoas. São poucos que ainda se preocupam e lutam para esta questão ser resolvida. A candidata a presidência da república, dona Dilma, outro dia ( 17 de abril de 2010 ) recebeu um relatório em Porto Alegre sobre o problema Aerus Varig. Recebeu e deve ter guardado em alguma gaveta. Até agora nada foi feito por esta senhora candidata. Ela não está preocupada com estes homens e mulheres que passam as piores privações e dificuldades problema Aerus Varig não é considerado e simplesmente é esquecido pela senhora Dilma e nem pelo presidente Lula... Os Aposentados e Pensionistas do Aerus Varig pedem Socorro e imploram que esta questão seja resolvida. Infelizmente não são ouvidos. Pobre País que não considera seus trabalhadores.
José Paulo de Resende
Niteroi - RJ
19/05/2010 | 14:41
A lenta agonia dos aposentados da Aerus Varig
Já são mais de 4 anos e 1 mês ( 12 de maio de 2010 fez 4 anos e 1 mês da Intervenção e Liquidação dos Planos I e II do Aerus Varig pela SPC ) que a lenta agonia dos Aposentados e Pensionistas do Aerus Varig continua. Nada é resolvido. As pessoas, que pagaram anos e anos para terem uma aposentadoria digna e tranquila, continuam a terem, no final de suas vidas, uma agonia lenta e mortal que está levando a morte aos poucos estas pessoas que um dia acreditaram na Previdência Privada. O Governo do senhor Lula continua a ignorar de vez estes brasileiros. Mas este mesmo governo se gaba em rede nacional de televisão, rádio e nos principais jornais do País, de ser o melhor governo que o Brasil já teve. Realmente O Governo que se gaba tanto nada fez e nada faz para resolver este problema. Não há vontade política. Não há vontade de nada.
José Paulo de Resende
Niterói - RJ

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Resumo da Entrevista do Presidente Lula ao Programa Canal Livre da Rede Bandeirantes de Televisão dia 04 de abril de 2010.

Política. A chuva na Campanha Eleitoral. Lauro Jardim 06 de abril de 2010. Revista Veja

Política
A chuva na campanha eleitoral
6 de abril de 2010

Por Lauro Jardim
Esta terça-feira estava destinada a ser mais um dia radiante na extensa agenda de inaugurações (reais ou fictícias) que Lula faria no Rio de Janeiro. Logo de manhã, no violento Morro do Alemão, Lula abriria uma creche e uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), um misto de hospital e pronto-socorro. Com a cidade debaixo d’água, a festança foi cancelada, assim como o discurso triunfante que Lula faria. A realidade impôs-se, Lula calou-se e passou a dar declarações típicas dos políticos na defensiva: apelou para Deus e culpou a chuva atípica pelo caos. E, claro, defendeu o quanto pôde seus aliados, o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes.

VEJA TAMBÉMREVISTAS ABRILMAIS INFORMAÇÕES
Cabral perderá votos com a tragédia desta semana? Só se poderá responder a essa pergunta mais à frente, quando as águas pararem de rolar e com a contabilização total dos prejuízos, mortes e da eventual demonstração de eficiência do governo em resolver os problemas. Mas, no mínimo, a chuva de ontem e de hoje passa a ser tema da campanha eleitoral – assim, como as chuvas de dezembro e janeiro em São Paulo serão exploradas pelo PT contra José Serra. Neste sentido, é um flanco novo a ser fustigado por seus adversários. Eduardo Paes tem menos a perder em comparação com Cabral. Paes está há pouco mais de um ano no cargo. Tem, portanto, tempo para recuperar-se política e eleitoralmente de uma catástrofe que ocorra agora. De qualquer forma, qualquer trapalhada sua será debitada na conta do seu grande eleitor, Sérgio Cabral, que em borá favorito em outubro, tem uma eleição dura pela frente.

Lula, portanto, não está agindo para minorar os problemas da população fluminense, mas para diminuir o impacto eleitoral da tragédia – neste sentido, ressalte-se, não é diferente de qualquer outro político brasileiro: Lula bateu em Serra pelos dois meses de chuvas em São Paulo, tentando encharcar a popularidade do então governador e, agora, protege seus aliados.

Faltam apenas seis meses para a eleição. Lula sabe que qualquer deslize pode ecoar em outubro tirando votos de Dilma Rousseff no terceiro maior colégio eleitoral do Brasil. Lula pediu a Deus para que “a chuva parasse um pouco, para que as coisas melhorem e voltem à normalidade”. Na verdade, Lula pediu que a chuva não atrapalhe sua pregação otimista sobre o Brasil (um país que ele acha que construiu em sete anos de governo) e, sobretudo, não respingue em Dilma.

No final das contas, de certa forma a partir de agora cada um passa a ter sua cota de chuva para carregar nas costas na campanha eleitoral: Serra e a dupla Dilma & Lula.