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domingo, 7 de agosto de 2011

Funcionário da Varig culpa Lula e Dilma pela tragédia que aconteceu com a empresa e com seus empregados. Jornal Tribuna da Imprensa. 07 de agosto de 2011. Retirado do site o Cão que fuma do Comissário Aposentado Varig Jim Pereira


domingo, 7 de agosto de 2011


Funcionário da Varig culpa Lula e Dilma pela tragédia que aconteceu com a empresa e com seus empregados.


Foto: Paulo Resende


Vejo sempre a preocupação do blog da Tribuna em defender classes de trabalhadores que são sempre explorados pelos governantes, como os trabalhadores da Varig, que após 5 anos e 4 meses continuam passando pelas piores privações possíveis.
Já são 582 falecidos desde o dia da intervenção no Fundo de Pensão Aerus Varig, no dia 12 de abril de 2006. Até hoje o STF (Supremo Tribunal Federal) não colocou em julgamento o processo da defasagem tarifária devida pela União à Varig, que poderia resolver este terrível problema que assola a todos nós. A companhia aérea ganhou em todas as instâncias jurídicas por onde este processo passou e só falta o Supremo colocá-lo em julgamento.
A dor e o sofrimento por que todos nós passamos são insuportáveis. É desesperador ver em condição de penúria e miserabilidade tantas pessoas que trabalharam a vida toda para levar o nome do Brasil e a bandeira brasileira, nas asas da Varig, aos quatro cantos do mundo.
Há entre nós idosos que só recebem míseros 102 ou 129 reais de benefícios do Aerus. Pagaram por um longo período de suas vidas em seus contra-cheques para poderem, quando aposentados, aproveitarem e terem uma renda digna, e hoje todos nós somos obrigados a receber merrecas destes benefícios.
Vocês, deste destemido blog, não liguem para os defensores de Dilma e Lula, porque esta senhora e este senhor poderiam ter ajudado a Varig lá atrás (em 2006) a sair da enorme crise em que se encontrava, mas preferiram virar as costas para aquela que foi uma das maiores empresas aéreas brasileiras, com 79 anos de serviços prestados ao povo brasileiro e ao país.
Lula e Dilma viraram as costas para os trabalhadores e respectivos familiares, que hoje passam por enormes dificuldades.
Espero algum dia poder ajudar financeiramente este jornal online. Por enquanto, meus R$ 682 de benefícios do Aerus não me permitem. Qualquer dinheiro faz falta para minha família. Eu recebia em março de 2006, antes da intervenção no Fundo de Pensão Aerus Varig o valor bruto de R$ 3.475 e hoje só percebo estes míseros R$ 682.
Paguei durante 17 anos um Fundo de Pensão de Previdência Privada para ter uma aposentadoria digna e hoje, assim como milhares de trabalhadores da Varig, tenho apenas uma aposentadoria indigna.
Continuem denunciando todos os demandos e falcatruas que acontecem no Brasil. Parabéns pela sua coragem e determinação. Helio Fernandes deve ter orgulho de ter um blog como este.
Foto e Texto: José Paulo de Resende é comissário aposentado da Varig, Tribuna da Imprensa, 07-08-2011
Título: Tribuna da Imprensa

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1 comentários:


Jim disse...
Comentário de José Paulo de Resende deixado no blog da Tribuna: Obrigado caro e prezado Carlos Newton por este espaço dado aos trabalhadores da VARIG. Nós estamos há 5 anos e quase 4 meses passando pelas piores privações e tudo isto ao governo do PT (Tanto Lula e a senhora Dilma viraram as costas para a VARIG e para todos os seus trabalhadores).Inclusive a senhora Dilma disse lá atrás em 2006 que dinheiro público não haveria para tirar a Varig da situação difícil que a mesma se encontrava. Este governo que aí está ha quase 9 anos no Poder e que fala tanto em ” Justiça Social ” (Será Injustiça Social?) mas que é admirado por muitos nada fez para tirar a VARIG de uma situação dificil em que se encontrava em 2006, mas como sempre ajuda a outros como o banqueiro Antonio Ermírio de Moraes e o senhor banqueiro e apresentador Sylvio Santos. Um governo como este que abandona e vira as costas para trabalhadores brasileiros não merece crédito nem apoio. Obrigado caro Carlos Newton por postar meu pequeno texto. Assim muitos dos seus leitores e leitoras deste importante Jornal chamadoTribuna da Imprensa poderão ver o que nós estamos passando há mais de 5 anos. Uma verdadeira Tragédia Silenciosa. Paulo Resende

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Dilma Esqueceu. Bronca Geral minha no Site do Jornalista Claudio Humberto.

09/08/2010 | 17:23
Dilma esqueceu
“Tenho orgulho do meu patrimônio que é ter sido coordenadora do governo de um presidente que foi extremamente bem sucedido em desenvolver o Brasil, distribuir renda e incluir a população" ,

Isto é o que Dona Dilma disse em sua gravação para programa eleitoral gravado recentemente e que ainda vai ao ar. Só para lembrar a mesma e a seu guru (Presidente Lula) que os trabalhadores da varig amargam há 4 anos e 4 meses muitos momentos de miséria e privações graças ao que Dona Dilma e seu guru (Presidente Lula) fizeram com eles. Simplesmente não incluiram na população este enorme grupo de trabalhadores brasileiros. Pois os dois (Dona Dilma e seu guru Presidente Lula) cagaram e andaram (e continuam cagando e andando) para este enorme contigente de trabalhadores que foram colocados em segundo plano por Dona Dilma, pelo Presidente Lula e pelo PT. Isto demonstra o enorme descaso por parte desta senhora que quer ser presidente do Brasil e do seu guru Presidente Lula com os Trabalhadores da Varig.
José Paulo de Resende
Niterói - RJ

sábado, 13 de março de 2010

A decepção internacional com Lula. Carlos Alberto Montaner. Estado de São Paulo 12 de março de 2010




A decepção internacional com Lula
Autor(es): Carlos Alberto Montaner
O Estado de S. Paulo - 12/03/2010

.


Para Luiz Inácio Lula da Silva, os presos políticos cubanos são delinquentes como os piores criminosos encarcerados nas prisões do Brasil. Lula adotou, cruelmente, o ponto de vista de seu amigo Fidel Castro. Para ele, pedir eleições democráticas, emprestar livros proibidos e escrever em jornais estrangeiros - os "delitos" cometidos pelos 75 dissidentes presos em 2003, condenados a até 28 anos - equivale a matar, roubar ou sequestrar. Para Lula, Oscar Elías Biscet, um médico negro sentenciado a 25 anos por defender os direitos humanos e se opor ao aborto, é apenas um criminoso empedernido. Dentro de seu curioso código moral, é compreensível a morte do preso político Orlando Zapata ou a possível morte de Guillermo Fariñas, em greve de fome para pedir a libertação de 26 presos políticos doentes.

Os democratas cubanos não são os únicos decepcionados com o brasileiro. Na última etapa de seu governo, Lula está demolindo a boa imagem que desfrutou no começo. Recordo, há cerca de três anos, uma conversa que tive no Panamá com Jeb Bush, ex-governador da Flórida. Ele me disse que seu irmão George, então presidente dos EUA, tinha uma relação magnífica com Lula e estava convencido de que ele era um aliado leal. Isso me pareceu uma ingenuidade, mas não comentei a questão.

Alguns dias atrás, um ex-embaixador americano, que prefere o anonimato, me disse exatamente o contrário: "Todos nos equivocamos com Lula. Ele é um inimigo contumaz do Ocidente e, muito especialmente, dos EUA, embora trate de dissimulá-lo". E, em seguida, com certa indignação, criticou a cumplicidade do Brasil com o Irã no tema das sanções pelo desenvolvimento de armas nucleares, o apoio permanente a Hugo Chávez e a irresponsabilidade com que manejou a crise de Honduras ao conceder asilo a Manuel Zelaya na embaixada em Tegucigalpa, violando as regras da diplomacia internacional.

Na realidade, o comportamento de Lula não é surpreendente. Em 1990, quando o Muro de Berlim foi derrubado, o líder do Partido dos Trabalhadores apressou-se em criar o Fórum de São Paulo com Fidel Castro para coordenar a colaboração entre as forças violentas e antidemocráticas da América Latina. Ali estavam as guerrilhas das Farc e do ELN na Colômbia, partidos comunistas de outros tantos países, a FSLN da Nicarágua e o FMLN de El Salvador. Enquanto o mundo livre celebrava o desaparecimento da União Soviética e das ditaduras comunistas no Leste Europeu, Lula e Fidel recolhiam os escombros do marxismo violento para tratar de manter vigente o discurso político que conduziu a esse pesadelo, e estabeleciam uma cooperação internacional que substituísse a desvanecida liderança soviética na região.

No Brasil, sujeito a uma realidade política que não pôde modificar, Lula comporta-se como um democrata moderno e não se afastou substancialmente das diretrizes econômicas traçadas por Fernando Henrique Cardoso, mas no terreno internacional, onde afloram suas verdadeiras inclinações, sua conduta é a de um revolucionário terceiro-mundista dos anos 60.

De onde vem essa militância radical? A hipótese de um presidente latino-americano que o conhece bem, também decepcionado, aponta para sua ignorância: "Esse homem é de uma penosa fragilidade intelectual. Continua sendo um sindicalista preso à superstição da luta de classes. Não entende nenhum assunto complexo, carece de capacidade de fixar a atenção, tem lacunas culturais terríveis e por isso aceita a análise dos marxistas radicais que lhe explicaram a realidade como um combate entre bons e maus." Sua frase final, dita com tristeza, foi lapidar: "Parecia que Lula, com sua simpatia e pelo bom momento que seu país atravessa, converteria o Brasil na grande potência latino-americana. Falso. Ele destruiu essa possibilidade ao se alinhar com os Castro, Chávez e Ahmadinejad. Nenhum país sério confia mais no Brasil". Muito lamentável.


http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/3/12/a-decepcao-internacional-com-lula

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

No massacre dos trabalhadores e aposentados da Varig a verdadeira natureza do Governo Lula....Pedro Porfírio.

No massacre dos trabalhadores e aposentados da Varig a verdadeira natureza do governo Lula

No novo capítulo, a AGU admite que acordo era uma trapaça para evitar julgamento no STF



"O tempo é justiceiro e volta a pôr tudo no seu devido lugar".
Voltaire, pensador francês (1694-1778)
O crime continuado cometido pelo governo Lula contra os trabalhadores da Varig e seus aposentados e pensionistas acaba de exibir um dos seus capítulos mais perversos, reforçando tudo o que tenho dito sobre a grande fraude política implantada em nosso país por um governo que é capaz das maiores indignidades contra o povo.
É algo tão monstruoso, tão repugnante, que me obriga a pedir o julgamento sereno de todos, inclusive dos que acreditam que o governo de petistas & cooptados representou um avanço no campo das conquistas sociais.


Mostra a dupla face de um processo deliberado de massacre de uma categoria numa operação coordenada que se dá com a conivência ostensiva do sindicato, cujos cabeças foram previamente imobilizados com a concessão indevida e imoral de um benefício inscrito na Constituição de 1988 como uma reparação destinada exclusivamente aos que comprovadamente tiveram suas vidas profissionais afetadas e destruídas na ausência do regime de direito.
Refiro-me neste instante à resposta cínica da Advocacia Geral da União à consulta de Cristiane Gonçalves sobre a abertura de negociações, forçada às véspera do julgamento no STF de um processo que se arrasta há exatos 18 anos, cuja decisão seria fatalmente desfavorável ao governo, como aconteceu em 1957, em pleito semelhante reclamado pela Transbrasil.
O leilão como ponto de partida
Para você que não conhece os detalhes, vou tentar recapitular de forma sumária: desde 20 de julho de 2006, quando a Varig foi entregue de mão beijada a um fundo de investimentos norte-americano, representado pelo chinês La Chan, num leilão de 30 segundos pela existência de um único participante, seus trabalhadores foram para o olho da rua sem direito sequer aos salários atrasados. (Clique aqui e leia texto de Paulo Resende, comissário aposentado da Varig).A Varig foi a primeira empresa a ser levada ao garrote vil com a aplicação da Lei 11.101, de 9 de fevereiro de 2005, votada pelo rolo compressor parlamentar capitaneado pelo PT, que excluiu os trabalhadores como credores prioritários, tal como constava no Decreto-Lei nº 7.661/45, revogado pelo artigo 200 dessa nova Lei.

Numa Vara empresarial, a questão dos trabalhadores passou a ser totalmente subordinada à nova legislação, cujo escopo era permitir o sacrifício dos direitos trabalhistas ante a eventual possibilidade de "recuperação da empresa".
O leilão foi ordenado pelo juiz Luiz Roberto Ayub, da 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, que trabalharia sob a égide de uma Lei ainda sem precedentes. Mas teve a concordância formal do Sindicato dos Aeronautas, cuja presidente, Graziela Baggio, gozava de uma "segunda anistia", obtida em 2004, que lhe garantia uma pensão vitalícia de R$ 7.300, reajustável anualmente e com direito aos "atrasados" de R$ 648 mil, por ter sido demitida numa greve na Vasp em 1988, tendo deliberadamente recusado a reintegração na empresa, que foi garantida em 1989 a todos os 27 punidos durante o movimento (Falarei com detalhes sobre essa impostura em outra matéria).
A dívida do governo no STF
A partir do leilão, com decisões judiciais que excluíam a Justiça Trabalhista do caso, as esperanças dos trabalhadores e aposentados se voltavam para a dívida do governo com a Varig, provocada pela defasagem tarifária do Plano Cruzado, que poderia chegar a mais de R$ 6,5 bilhões.
A Varig é devedora de quase R$ 4 bilhões ao Aerus, fundo de pensão dos seus trabalhadores, que está sob intervenção e virtualmente falido. As tratativas feitas a parir da insolvência previam que, com o a decisão sobre a dívida proferida pelo STF, o fundo teria recursos para honrar seus compromissos com 11 mil beneficiários.
No dia 24 de março de 2009, às véspera do último julgamento - Varig ganhara nas instâncias inferiores - o então advogado geral da União, José Antonio Dias Toffoli, pediu sua suspensão, prometendo uma proposta de acordo num prazo de 60 dias, no que contou mais uma vez com o servil beneplácito do que resta dos sindicatos da categoria.
Pesava ainda contra o governo decisão do Superior Tribunal de Justiça, de 2006, que considerou a União responsável pela complementação do pagamento dos benefícios dos aposentados da Varig.
Passaram-se 60, 120, 240 dias e nada. A manobra torpe e desumana criou mais uma vez uma angustiante esperança entreos trabalhadores que ainda estão a ver navios e os massacrados do Aerus, que vivem uma situação de penúria desesperadora: desde a intervenção, em abril de 2006, morreram 341 beneficiários, aumentando em 41% o número de óbitos por ano. Aconteceram alguns suicídios, outros morreram de depressão profunda, muitos faleceram por falta de assistência médica adequada.
A cara cínica da torpeza
E o acordo? José Antonio Dias Toffoli catapultado ao Supremo aos 41 anos, trocou de cadeira para uma em que permanecerá até os 70, enquanto a possibilidade de uma solução que garantiria direitos elementares de trabalhadores e aposentados virou um grande e perverso engodo.
Isto ficou claro na informação prestada pela mesma Advocacia Geral da União que tomou a iniciativa de acenar com tal acordo. Numa reviravolta que não me surpreende, conhecendo as peças que estão à frente do governo, o "ouvidor" da AGU informou do sepultamento da solução prometida:

"Todavia, conforme restou demonstrado no Relatório Final do Grupo - entregue aos patronos dos sindicatos - e, sem embargo dos esforços empreendidos pelo Grupo de Trabalho, foi identificado óbice intransponível à realização do acordo, qual seja a impossibilidade de realizar qualquer transferência de recursos para o Instituto AERUS, tendo em vista a norma inserida no artigo 100, da Constituição Federal, relativa ao sistema de precatórios judiciais. No mesmo sentido, inclusive, é a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, que ao interpretar o referido dispositivo constitucional, afasta qualquer possibilidade de eventual acordo judicial se sobrepor à ordem de apresentação dos créditos, decorrentes das sentenças transitadas em julgado. Assim é que, por estrita obediência às diretrizes legais e constitucionais, o Grupo de Trabalho deixou de apresentar proposta de acordo."

Diante dessa alegação, no mínimo poderíamos inferir que o ministro José Antonio Dias Toffoli e os "patronos dos sindicatos", a terem frequentado uma faculdade de Direito, sabiam de antemão desse patético desfecho, isto é, que a oferta do acordo era uma farsa destinada tão somente a tirar a matéria da pauta do STF. A própria Constituição é apontada como entrave à solução prometida "sob juramento" e com o aval dos sindicatos, como compensação pelo adiamento da decisão judicial.
Este é um fato concreto e demonstra claramente a má fé crônica dos canastrões que chegaram ao poder em nome da classe trabalhadora, mas que a traem sistematicamente, embora esperem ter o apoio das próximas urnas para nele perpetuarem-se.

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Esta coluna é publicada também na edição impressa do jornal

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

AERUS - Ricardo Boechat. hoje dia 23 de Novembro de 2009. Isto é São Paulo

Aerus

Enquanto o Planalto não encontra uma solução para o Aerus, antigos
funcionários da Varig estão na penúria. Já chegou a 300 o número dos
que morreram desde o início das negociações com a União.

Isto É - SP
23/11/2009 - 10:06
Ricardo Boechat

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Caso Aerus: Idosos protestam no Aeroporto Salgado Filho - Fonte Zero Hora.

Caso Aerus: idosos protestam no Aeroporto Salgado Filho
Grupo cobra acordo sobre a situação de aposentados e participantes do fundo de previdência privada

Dezenas de idosos participaram na tarde desta terça-feira de uma manifestação em frente ao guichê da antiga Varig no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. O grupo protesta contra a demora para definição de um acordo sobre a situação de aposentados e participantes do fundo de previdência privada Aerus (veja abaixo).

Amanhã deve ser julgada a antecipação de tutela que reconhece a responsabilidade do governo de pagar as pensões, explica o diretor do Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre, Gerson Dias de Oliveira.

— Estamos realizando uma mobilização para chamar a atenção sobre o processo de amanhã. Cerca de 300 aposentados já morreram por falta de dinheiro para remédios. A situação é de extrema preocupação — lamenta Oliveira.

Na semana passada, uma reunião realizada entre representantes do governo e trabalhadores da antiga Varig não conseguiu realizar o acordo entre as partes sobre o Aerus. O balanço preliminar apresentado pela Advocacia Geral da União (AGU) mostrou que a dívida da Varig com a União supera em R$ 1,2 bilhão o valor devido pelo governo federal à empresa. Essa diferença, segundo a secretária-geral de Contencioso da AGU, Grace Maria Fernandes Mendonça, inviabilizaria um encontro de contas.

A manifestação de hoje chamou a atenção do estudante de Gestão Pública Daniel Kieling, 27 anos, que ligou para o Pelas Ruas. Se você tem alguma notícia, envie uma sugestão por e-mail ( pelasruas@zerohora.com.br) ou pelo telefone: (51) 9981-9891.

O Aerus

- É um fundo de previdência privada que reúne diversas empresas ligadas ao setor de aviação.

- Criado em 1982, o Aerus tem dois planos destinados a ex-funcionários da Varig.

- Os planos foram liquidados por determinação do governo em 2007, e os beneficiários recebem apenas parte dos recursos, que estão sendo distribuídos aos participantes aposentados mensalmente.


ZEROHORA.COM

Agradecimento aos Jornalistas, Apresentadora e Fotógrafo do Grupo O Fluminense.

Niterói, 10 de novembro de 2009.


Prezados jornalistas, apresentadora e fotógrafo
Do Grupo O Fluminense.


Agradecimento aos Jornalistas e Fotógrafo do Jornal O Fluminense e a apresentadora e jornalista da Rádio Fluminense AM 540 dial.

Meus mais sinceros agradecimentos a Kelly, Thais, Jefferson, Cristian, Anderson e Fotógrafo M.Oliveira pelas reportagens sobre a Causa Aerus Varig que foram colocadas no Jornal O Fluminense deste sábado passado e domingo ( no domingo no O Fluminenseonline ).
Muito obrigado em meu nome, em nome dos participantes do Grupo Movimento Acordo Já! e em nome de todos os Trabalhadores da Varig.
É tão difícil para todos nós conseguirmos um espaço seja na mídia impressa, muito menos na mídia falada e televisada.
Poucos realmente até hoje nos ajudaram. Vcs agora nos dando total apoio e mais Ricardo Boechat, Paulo Passarinho, Canázio, Kandhall da Rádio Petroleira ( sindipetro - rj ) e Aguinaldo Candido e Mauricio Gomper do Blog Aposentado solta o verbo.
Por isto venho agradecer tudo que vcs fizeram recentemente pelos Trabalhadores da VARIG.
Muito obrigado a todos.
Os Trabalhadores da Varig ( Tanto ativos, aposentados e pensionistas - Fundo de Pensão Aerus - agradecem o apoio e a solidariedade prestada.
Deus os abençoe e os proteja.

Aproveito o ensejo para enviar para todos,


Cordiais Saudações!

Atenciosamente,
Comissário Aposentado Varig Paulo Resende
José Paulo de Resende.
Itaipu - Niterói - Rio de Janeiro.
Telefone: 2709-0893


PS: Este agradecimento será colocado no Blog dos Aposentados e demitidos Varig.

http://aposentadosedemitidosvarig.blogspot.com

Mais uma vez Muítíssimo obrigado.
Gostaria, se possível, que esta pequena carta fosse colocada na seção de cartas deste importante jornal fluminense.
Me avisem o dia em que a mesma for colocada.

Fiquem todos na Paz de DEUS

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Vamos ligar para o Jornal O Globo se vc é assinante deste grande jornal. Peçam a eles que nos ajudem com reportagens. Principalmente neste dia 08/11

Olá!
O Paulo Resende tomou a iniciativa de ligar para o jornal "O Globo" agora há pouco. Explicou todo o nosso drama e informou da próxima manifestação em Niterói, domingo. Diz ele que foi muito bem atendido. E deixou a sugestão de que também telefonássemos para esse jornal - 40025300.
Quem puder e quiser ajudar, por favor!...
(Não temos a ilusão de ser atendidos, mas não nos custará muito participar).
Obrigado!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Artigo da Jornalista e Apresentadora Ana Amélia Lemos.

por Ana Amélia Lemos
Aposentados do fundo Aerus/Varig depositam esperanças na reunião amanhã, em Brasília, para tentar um desfecho para a crise na instituição. No gabinete do senador Paulo Paim (PT), estarão o titular da AGU, Luís Inácio Lucena Adams (foto), ou seu representante, além de lideranças dos aposentados e da Varig.
Aerus 2
Na entrevista à Rádio Gaúcha, logo após a posse na AGU, o gaúcho Luís Inácio Lucena Adams foi reticente em relação às pendências do caso Aerus/Varig. Aliás, o advogado Francisco Loyola de Souza, cujo escritório jurídico representa o Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre, considera o processo “bem delicado”.
Aerus 3
O advogado da Camargo, Catita, Maineri Advogados Associados atribui a culpa ao governo, que “não fiscalizou o fundo e foi responsável pela falência do plano que acabou levando a uma decisão judicial que determina a União como responsável pelo pagamento devido aos aposentados e pensionistas
http://aposentadobeminformado.wordpress.com/